terça-feira, 29 de maio de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Arquivistas e biblioteconomistas aderem às novas tecnologias e renovam a profissão
Cada vez mais atualizados
Postado por Janine Souza em 13 de maio de 2012 - Matéria Especial
Foi-se o tempo em que o arquivista era aquele profissional mergulhado em documentos empoeirados e que o bibliotecário era a senhora pedindo silêncio dentro da biblioteca. Quem acha que essas duas profissões estão em vias de desaparecer por conta da era digital, engana-se. Elas passaram por reformulações, com o advento das novas tecnologias, e estão superatualizadas. Ainda, geram boas oportunidades de emprego, principalmente em concursos públicos, que chegam a pagar mais de R$ 6 mil para ambos os cargos. Já na iniciativa privada, o salário médio fica aquém desse patamar, na faixa dos R$ 1,6 mil.
A bibliotecária e arquivista Isabela Siebra Alencar observa que as vagas para esses ramos estão concentradas em empresas de grande porte, como as universidades. “A diferença do serviço público para a iniciativa privada é que o primeiro já sabe do valor desses profissionais, já a segunda desperta aos poucos para a sua necessidade”, diz ela, que é assessora do Sindicato dos Bibliotecários do Rio de Janeiro.
Enquanto isso não acontece, as poucas empresas do ramo faturam alto. De acordo com a Associação Brasileira de Gestão de Documentos, em 2011, 70 organizações dedicadas a guardar documentos de outras companhias dividiram um faturamento de R$ 1,2 bilhão no país, 20% mais que em 2010. O grupo mantém 40 milhões de caixas de papelão de padrão arquivo lotadas de informações de diversos setores, como financeiro, hospitalar e jurídico.
A coordenadora do curso de Arquivologia da Ufrgs, Maria do Rocio Teixeira, diz que os cursos de Biblioteconomia e de Arquivologia estão vivendo um momento de redescoberta. “São profissões que gerenciam documentos e muitos municípios estão precisando deles, principalmente no interior do país”, revela a professora. No RS, além da Ufrgs, essas graduações são oferecidas na Universidade Federal do Rio Grande (Furg) e na UFSM (nesse caso, só tem Arquivologia).
A procura pelos cursos é baixa. No vestibular da Ufrgs de 2012, foram 3,57 candidatos por vaga na Arquivologia. Já na Biblioteconomia, foi menor ainda: 2,44 candidatos/vaga. No geral, os estudantes são recrutados quando ainda estão no meio do curso para estágio e, na maioria dos casos, efetivados ao término do contrato.
“Existe a procura por estagiários, mas não conseguimos dar conta de preencher as vagas. As instituições demandam pelos arquivistas e também aumentaram as suas remunerações, até para os estágios. Para o bacharel recém-formado, da mesma forma, temos cada vez mais oportunidades”, completa o coordenador do curso de Arquivologia da UFSM, Daniel Flores.
Além das bibliotecas
O bibliotecário tem hoje uma gama de possibilidades que vai além das unidades de informação, tornando-se requisitado no mercado

A arquivista Flávia diz que a profissão traz sempre novidades e revelações guardadas ao longo dos anos (Foto: Tarsila Pereira/CP)
No mercado de trabalho, a informação pode ser a arma do negócio. Nesse sentido, o aumento da competitividade fez com que o bibliotecário saísse das unidades de informação e de trás das mesas das bibliotecas e estendessem a sua área de atuação. “Empresas das mais diversas áreas o requisitam para buscar, reunir, organizar e facilitar o acesso à informação”, afirma Angélica Conceição Dias Miranda, presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia da 10 Região (CRB 10) e coordenadora do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Rio Grande (Furg).
Para quem atua na área, outra vantagem é a falta de concorrência. No CRB 10, por exemplo, são apenas 1,2 mil profissionais associados. Com os horizontes ampliados, muitos bibliotecários estão sendo contratados para organizarem tratados, estudos, documentos digitalizados. “Muitos escritórios de advocacia contratam esses profissionais para organizarem a jurisprudência. Ou mesmo hospitais e instituições de ensino médico, que reúnem grande acervo de especialidades e procedimentos, contratam os bibliotecários para pôr essa documentação em ordem”, afirma a professora Samile Vanz, coordenadora do curso de Biblioteconomia da Ufrgs.
O advento das mídias digitais contribuiu para a transformação do trabalho do bibliotecário. “Profissionais de qualquer área precisam ter conhecimentos de informática e de mídias em geral, não sendo diferente na área de Arquivo e Biblioteconomia. É cada vez mais frequente o uso das modernas Tecnologia da Informação e Comunicação no tratamento, guarda, recuperação da informação”, destaca o professor de Arquivologia, Marcelo Marques.
A lei 4.084/62, que reconhece o bibliotecário como profissional, completou 50 anos em março. O primeiro curso de Biblioteconomia no país surgiu em 1911, com a criação da Biblioteca Nacional.
Nenhum dia igual
A rotina não é a mesma. E a cada dia surge uma novidade. Pelo menos é o que garante a arquivista Flávia Conrado, de 29 anos. Natural de Cruz Alta, Flávia se formou na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), passou em concurso público e hoje trabalha na Ufrgs, onde é diretora da Divisão de Documentação da instituição. “Sempre gostei de organização. Queria fazer Biblioteconomia, mas a UFSM não tinha o curso. Fui para a Arquivologia e me apaixonei pela profissão. Quem imagina que seja estática, sem alternativas e enfadonha, se engana. Aqui, um dia não é igual ao outro. Sempre surgem novidades e coisas interessantes”, garante ela.
A arquivista conta que a maior parte da documentação é guardada em ambiente higienizado. Mas que as pilhas de papel e a poeira ainda fazem parte do cotidiano. “Quando isso acontece, usamos jaleco, máscara e luvas, os equipamentos de proteção individual”, esclarece Flávia.
Na Ufrgs, os documentos vão para o Arquivo Geral. E as pesquisas a essas informações são sempre reveladoras. “Apesar de administrativa, nossa documentação tem o aspecto cultural do patrimônio, pois guarda a vida escolar de grandes nomes do RS, como ex-alunos do quilate de Leonel Brizola, Paixão Côrtes, Mário Totta, Frederico Westphalen, entre outros”, relata Flávia.
Caminhos do conhecimento
Para atuar com os livros, o bacharel em Biblioteconomia Michelângelo Viana, 37 anos, foi além dessa graduação. Coordenador de Sistemas da Biblioteca Central Irmão José Otão, da PUCRS, ele também tem formação em Análise de Sistemas e em Administração e ainda tem inglês fluente. “Sempre tive a preocupação em ter um nicho específico de trabalho, por isso busquei desenvolver conhecimentos de informática. Hoje, sou responsável pela integração da base de dados da biblioteca”, relata.
A Biblioteca Central Irmão José Otão é considerada uma das unidades com mais recursos tecnológicos do Estado. “Quando entrei aqui, tínhamos 50 computadores em uma sala, Atualmente, são 350 espalhados pelo prédio, que tem sete andares. E, desde 2005, as pessoas podem acessar a biblioteca pela Internet, fazendo de casa ou do trabalho a renovação do empréstimo, acessando o acervo digital e fazendo reservas, por exemplo”, enumera Viana.
A tecnologia é algo que está aparente no trabalho do bibliotecário. “Estou o tempo todo ligado em tudo o que acontece no que diz respeito às bibliotecas. Participo de simpósios e de encontros internacionais mundo afora para me manter atualizado. Procuro na Internet assuntos relacionados e vejo como podemos aplicar aqui essas novidades”, diz.
Para aumentar a riqueza de material disponível na biblioteca, Viana divulga um dos novos empreendimentos. “Estamos desenvolvendo um projeto que reúne todas as publicações dos professores da PUCRS, o que chamamos de Repositório Institucional. E também assinamos várias revistas e livros digitais”, comenta. Sobre a profissão, Viana diz que faz falta a existência de um sindicato para a categoria. “Isso é uma coisa que precisa acontecer ainda. Mas o bibliotecário tem que ter na mente que a nossa principal função é fornecer os caminhos para que as pessoas possam acessar o conhecimento”, completa.
Reportagem: Nildo Jr – nildo@correiodopovo.com.br
Edição: Janine Souza – janinesouza@correiodopovo.com.br
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Para REFLETIR....
Dê adeus às bibliotecas
Na recepção daquela pequenina biblioteca municipal, eu me senti uma assombração do passado a importunar a ordem do agora. “Procuro uma coletânea de contos fantásticos de Aluísio Azevedo”, disse à senhora. “O senhor trouxe a referência?” Não. “Por que não consultou o catálogo pela internet?” Sei lá por quê, eu só queria parar por aqui e ler uns livros difíceis de encontrar e talvez levar emprestados... “Os empréstimos são limitados a quatro volumes e a devolução acontece em 15 dias”, ela metralhou, com os olhos pregados no monitor velho e encardido do computador. Por fim, depois de dar um pequeno passeio pelo interior da biblioteca, voltou para informar que não tinha o livro que eu buscava. Virei as costas, imaginando o alívio da funcionária em me ver ir embora. Agora ela podia regressar a sua preguiçosa solidão.
Em tempos idos, eu encontrava nas bibliotecas públicas um abrigo para meditar, planejar e fugir do mundo. Passeava pelas estantes como quem viajasse por outros planetas, tempos e realidades, memórias, histórias, uma lição de vida aqui, uma descoberta da crueldade humana ali, fantasias inúteis acolá. Devo às bibliotecas a minha formação. Fiz mestrado e doutorado passando tardes enfurnado na Mário de Andrade, no Arquivo do Estado e na Biblioteca Nacional. E sempre frequentei bibliotecas de bairro. Anos atrás, elas costumavam ser lotadas de leitores ávidos. Os usuários se interessavam por cultura, e não apenas como uma ferramenta para subir na vida e destruir os concorrentes. Havia oficinas e debates. Os livros de poesia e os romances não paravam nas prateleiras. Agora os ácaros, os carunchos e toda sorte de inseto venceram os leitores. Para não falar da umidade – que, recentemente, quase acabou com os periódicos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
Saí da minha biblioteca do bairro e me dirigi a uma lan house próxima, repleta de meninos e adultos, absortos em pesquisar, mandar emails e jogar. Pela internet, encontrei O touro negro, de Aluísio Azevedo, disponível em arquivo digital no site do domíniopublico.br. Agora tudo quanto é livro pode ser encontrado em sites abertos, como archive.org, openlibrary.org e gutenberg.org. E pensei: perto de uma lan house imunda como aquela, as poeirentas bibliotecas públicas lembram santuários abandonados. Não espanta que as prefeituras de quase todas as cidades do Brasil queiram fechá-las. Daqui a pouco a venerável Biblioteca Nacional vai migrar inteira para o mundo on line, e proibir a entrada de leitores de livros em papel, os antigos livros reais. Será vetado o ingresso no recinto de leitores em carne e osso, gente atrasada que vive em busca de livros de papel. Tudo estará apenas “disponibilizado” (que verbo ridículo) pelas bases de dados via internet.
Sou obrigado a dar razão a esses baluartes do conhecimento que são os prefeitos de todas as cidades do Brasil. As bibliotecas não servem mais para nada nem a ninguém. Nem mesmo a mim, que sempre as amei. Ainda assim, toda vez que passo diante do prédio da biblioteca do meu bairro com a intenção de dizer adeus, não consigo.
(Luís Antônio Giron escreve às terças-feiras.)
Segue o link: http://revistaepoca.globo.com/cultura/luis-antonio-giron/noticia/2012/05/de-adeus-bibliotecas.html
Instituições como a Biblioteca Nacional podem desaparecer ou ser vetadas à consulta em carne e osso
LUÍS ANTÔNIO GIRON
Nostalgia é o oitavo pecado capital destes tempos. Você pode ser retrô e reciclar informações do passado com o glamour e a retina exata do presente. Ser nostálgico e sentir saudade é pecar. Por que sentir falta de um passado que era mais atrasado, mais ridículo e mais sujo do que o presente? Como sei que o presente é o futuro passado e que os brilhos atuais vão parecer foscos aos olhos judiciosos do amanhã, continuo a gostar da nostalgia. Recaio sempre nela, e sinto o olhar reprovador de quem está por perto e nota a infração. Para horror de minha mulher, guardo uma edição da Encyclopedia Britannica, edição de 1962. Pior, vivo consultando seus verbetes absoluta e encantadoramente desatualizados. Agora que a Britannica deixou de ser publicada em papel e migrou inteirinha para a internet, só me resta o prazer táctil de folhear a minha velha prensagem da obra. Não posso evitar ser um ser pré-internético, pré-google, pré-instagram e o diabo a quatro.
Em um desses meus acessos incuráveis de nostalgia, cometi o crime de visitar a biblioteca pública do meu bairro. Cheguei de mansinho, talvez pensando em reencontrar nas prateleiras os livros que mais me influenciaram e emocionaram. Topei com prateleiras de metal com volumes empoeirados à espera de um leitor que nunca mais apareceu. O lugar estava oco. A bibliotecária me atendeu com aquela suave descortesia típica dessa categoria profissional, como se o visitante fosse um intruso a ser tolerado, mas não absolvido. Eu sei que as bibliotecárias, entre suas muitas funções hoje em dia, sentem-se na obrigação de ocultar os volumes mais raros de suas respectivas bibliotecas. Bibliotecas mais escondem do que mostram. Há depósitos ou estantes secretas vedadas aos visitantes. São as melhores – e, graças às bibliotecárias, você jamais chegará a elas. Na recepção daquela pequenina biblioteca municipal, eu me senti uma assombração do passado a importunar a ordem do agora. “Procuro uma coletânea de contos fantásticos de Aluísio Azevedo”, disse à senhora. “O senhor trouxe a referência?” Não. “Por que não consultou o catálogo pela internet?” Sei lá por quê, eu só queria parar por aqui e ler uns livros difíceis de encontrar e talvez levar emprestados... “Os empréstimos são limitados a quatro volumes e a devolução acontece em 15 dias”, ela metralhou, com os olhos pregados no monitor velho e encardido do computador. Por fim, depois de dar um pequeno passeio pelo interior da biblioteca, voltou para informar que não tinha o livro que eu buscava. Virei as costas, imaginando o alívio da funcionária em me ver ir embora. Agora ela podia regressar a sua preguiçosa solidão.
Em tempos idos, eu encontrava nas bibliotecas públicas um abrigo para meditar, planejar e fugir do mundo. Passeava pelas estantes como quem viajasse por outros planetas, tempos e realidades, memórias, histórias, uma lição de vida aqui, uma descoberta da crueldade humana ali, fantasias inúteis acolá. Devo às bibliotecas a minha formação. Fiz mestrado e doutorado passando tardes enfurnado na Mário de Andrade, no Arquivo do Estado e na Biblioteca Nacional. E sempre frequentei bibliotecas de bairro. Anos atrás, elas costumavam ser lotadas de leitores ávidos. Os usuários se interessavam por cultura, e não apenas como uma ferramenta para subir na vida e destruir os concorrentes. Havia oficinas e debates. Os livros de poesia e os romances não paravam nas prateleiras. Agora os ácaros, os carunchos e toda sorte de inseto venceram os leitores. Para não falar da umidade – que, recentemente, quase acabou com os periódicos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
Saí da minha biblioteca do bairro e me dirigi a uma lan house próxima, repleta de meninos e adultos, absortos em pesquisar, mandar emails e jogar. Pela internet, encontrei O touro negro, de Aluísio Azevedo, disponível em arquivo digital no site do domíniopublico.br. Agora tudo quanto é livro pode ser encontrado em sites abertos, como archive.org, openlibrary.org e gutenberg.org. E pensei: perto de uma lan house imunda como aquela, as poeirentas bibliotecas públicas lembram santuários abandonados. Não espanta que as prefeituras de quase todas as cidades do Brasil queiram fechá-las. Daqui a pouco a venerável Biblioteca Nacional vai migrar inteira para o mundo on line, e proibir a entrada de leitores de livros em papel, os antigos livros reais. Será vetado o ingresso no recinto de leitores em carne e osso, gente atrasada que vive em busca de livros de papel. Tudo estará apenas “disponibilizado” (que verbo ridículo) pelas bases de dados via internet.
Sou obrigado a dar razão a esses baluartes do conhecimento que são os prefeitos de todas as cidades do Brasil. As bibliotecas não servem mais para nada nem a ninguém. Nem mesmo a mim, que sempre as amei. Ainda assim, toda vez que passo diante do prédio da biblioteca do meu bairro com a intenção de dizer adeus, não consigo.
(Luís Antônio Giron escreve às terças-feiras.)
Segue o link: http://revistaepoca.globo.com/cultura/luis-antonio-giron/noticia/2012/05/de-adeus-bibliotecas.html
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Exame de Seleção e Concurso Vestibular 2012/2: Inscrições abertas!
O IFRS Câmpus Porto Alegre comunica que no período de 14 de maio à 11 de junho estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo 2012/2, para ingresso nos Cursos de Educação Profissional de Nível Técnico e nos Cursos de Educação de Nível Superior de Tecnologia e de Licenciatura, com início no segundo semestre de 2012.
Mais informações acessem : http://www.poa.ifrs.edu.br/
Curso Técnico em Biblioteconomia- IFRS Câmpus Porto Alegre, segue algumas informações:
| Ingresso: | Curso diurno |
| Duração: | 3 semestres |
| Áreas de atuação: | Bibliotecas universitárias, públicas, escolares, especializadas, centros de pesquisa e documentação, empresas privadas ou estatais, sindicatos, associações, Organizações Não Governamentais (ONGs), escritórios de profissionais liberais. |
| Perfil Profissional do Egresso: | O Técnico em Biblioteconomia deverá ser um profissional capacitado e habilitado para atuar como assistente junto às chefias, aos diretores e/ou gerentes de bibliotecas, centros e/ou serviços de informação e documentação e outros, no âmbito das empresas e/ou instituições públicas e/ou privadas. O Técnico em Biblioteconomia deverá também evidenciar facilidade na comunicação interpessoal, iniciativa, criatividade e espírito empreendedor, atuando com ética e de forma participativa, colaborando no alcance dos objetivos da biblioteca e da organização na qual ela se insere e buscando contínuo aperfeiçoamento pessoal e profissional. O Técnico em Biblioteconomia, ao concluir o curso, deverá ser capaz de: |
| Coordenação do Curso: | Profª Lizandra Brasil Estabel |
| Blog do curso: | http://biblioifrs.blogspot.com |
| E-mail da Coordenação: | tec.biblio@poa.ifrs.edu.br |
Mais informações acessem : http://www.poa.ifrs.edu.br/
sexta-feira, 11 de maio de 2012
UFRGS PORTAS ABERTAS
Tradicional evento anual ocorrerá neste sábado, 12 de maio. A UFRGS recepcionará amanhã a comunidade de todo o Estado em mais uma edição do programa Portas Abertas. A atividade, reúne diversas atividades voltadas a apresentar a Universidade a quem está se preparando para escolher uma formação profissional de nível superior e também à comunidade em geral.
Quem tem interesse segue as informações para conhecer a Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação
R. Ramiro Barcelos, 2705 Prédio 22201
Informações: 33085164, com Karla Müller; Martha Agustoni;
E-Mail: agerp@ufrgs.br
Coordenação: KARLA MARIA MULLER
Horário Atividade Local
Das 10:00 às 10:00 Painel com professores da Fabico A Auditório 1
Das 10:00 às 11:00 Visitação ao Estúdio de Rádio Estúdio de rádio - 3º andar
Das 10:00 às 11:30 Palestra sobre Gestão Ambiental Auditório 2
Das 10:00 às 12:00 Apresentação do site da Fabico A Lico
Das 10:00 às 12:00 Visitação ao Estúdio de TV e Vídeo A Estúdio de TV
Das 10:00 às 12:00 Visitação ao laboratório de foto A Laboratório de foto - Sala 319
Das 10:00 às 15:00 Apresentação de trabalhos do Clube de Criação Caixola Saguão
Das 10:00 às 15:00 Apresentação do Projeto Lomba do Pinheiro Saguão
Das 10:00 às 15:00 Exposição de fotos Corredores da Fabico
Das 10:00 às 15:00 Exposição de Trabalhos de Pesquisa produzidos na Fabico Saguão
Das 10:00 às 15:00 Mural Informativo Fabicano Saguão - Térreo
Das 10:00 às 15:00 Visita Guiada na Unidade Todos os andares
Das 10:00 às 15:00 Visitação à Biblioteca da Fabico Biblioteca - 4º andar
Das 12:00 às 12:30 Transmissão ao Vivo do Programa Conversa de Jornalista entrevistando egressos da Fabico Auditório1
Das 12:00 às 15:00 Criamus - museologia e museografia Laboratório de Museologia - sala 101
Das 13:00 às 15:00 Apresentação do site da Fabico B LICO - 2º andar
Das 13:00 às 15:00 Visitação ao Estúdio de TV e Vídeo B Estúdio de TV
Das 13:00 às 15:00 Visitação ao laboratório de foto B Laboratório de fotografia
Das 14:00 às 15:00 Painel com professores da Fabico B Auditório 1
Mais informações: http://www.ufrgs.br/ufrgs/inicial
Quem tem interesse segue as informações para conhecer a Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação
R. Ramiro Barcelos, 2705 Prédio 22201
Informações: 33085164, com Karla Müller; Martha Agustoni;
E-Mail: agerp@ufrgs.br
Coordenação: KARLA MARIA MULLER
Horário Atividade Local
Das 10:00 às 10:00 Painel com professores da Fabico A Auditório 1
Das 10:00 às 11:00 Visitação ao Estúdio de Rádio Estúdio de rádio - 3º andar
Das 10:00 às 11:30 Palestra sobre Gestão Ambiental Auditório 2
Das 10:00 às 12:00 Apresentação do site da Fabico A Lico
Das 10:00 às 12:00 Visitação ao Estúdio de TV e Vídeo A Estúdio de TV
Das 10:00 às 12:00 Visitação ao laboratório de foto A Laboratório de foto - Sala 319
Das 10:00 às 15:00 Apresentação de trabalhos do Clube de Criação Caixola Saguão
Das 10:00 às 15:00 Apresentação do Projeto Lomba do Pinheiro Saguão
Das 10:00 às 15:00 Exposição de fotos Corredores da Fabico
Das 10:00 às 15:00 Exposição de Trabalhos de Pesquisa produzidos na Fabico Saguão
Das 10:00 às 15:00 Mural Informativo Fabicano Saguão - Térreo
Das 10:00 às 15:00 Visita Guiada na Unidade Todos os andares
Das 10:00 às 15:00 Visitação à Biblioteca da Fabico Biblioteca - 4º andar
Das 12:00 às 12:30 Transmissão ao Vivo do Programa Conversa de Jornalista entrevistando egressos da Fabico Auditório1
Das 12:00 às 15:00 Criamus - museologia e museografia Laboratório de Museologia - sala 101
Das 13:00 às 15:00 Apresentação do site da Fabico B LICO - 2º andar
Das 13:00 às 15:00 Visitação ao Estúdio de TV e Vídeo B Estúdio de TV
Das 13:00 às 15:00 Visitação ao laboratório de foto B Laboratório de fotografia
Das 14:00 às 15:00 Painel com professores da Fabico B Auditório 1
Mais informações: http://www.ufrgs.br/ufrgs/inicial
terça-feira, 8 de maio de 2012
Revista SCIENTIATEC IFRS - câmpus Porto Alegre Comunica:
Até dia 12 de Junho de 2012, estará recebendo artigos que serão avaliados pela sua Equipe Editorial. Você está convidado a participar, enviando seus trabalhos.
A Scientia Tec é uma revista de natureza científica e multidisciplinar do Instituto
Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul- Câmpus Porto Alegre, que tem por finalidade a divulgação de estudos e pesquisas de caráter original voltados à Formação Técnica, Tecnológica e Superior. Até o dia 12 de junho de 2012 a Equipe Editorial da revista estará recebendo material para publicação e deseja convidá-lo a enviar artigos.
Mais informações segue o link: http://seer.ufrgs.br/ ScientiaTec/index
Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul- Câmpus Porto Alegre, que tem por finalidade a divulgação de estudos e pesquisas de caráter original voltados à Formação Técnica, Tecnológica e Superior. Até o dia 12 de junho de 2012 a Equipe Editorial da revista estará recebendo material para publicação e deseja convidá-lo a enviar artigos.
Mais informações segue o link: http://seer.ufrgs.br/
segunda-feira, 7 de maio de 2012
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